Conclusão: Opacidades em vidro fosco e consolidativas multilobares, com predomínio periférico, de aspecto inflamatório / infeccioso, compatíveis com etiologia viral, sobretudo COVID-19*, comprometendo mais de 50% do parênquima pulmonar.
Trecho da reportagem: Segundo ele, há risco de morte em comprometimento de partes do pulmão acima de 50%, "mas a evolução é muito heterogênea", assim como a própria doença. Com isso, o pneumologista diz que o paciente precisa do suporte para que o corpo lute contra o vírus.
"Pacientes precisam de uma boa atenção médica com todos os medicamentos e suportes, e esperar uma resposta do indivíduo com relação ao combate à doença", disse. "Nós ajudamos, mas não temos uma medicação como estamos acostumados. Para cada paciente, isso pode ser diferente".
O médico ressaltou que há chances de recuperação total do pulmão, que tem a capacidade de se regenerar, mas também é possível que haja sequelas.
"Se a lesão pulmonar for muito agressiva, independente do percentual, pode deixar marcas como cicatrizes", explicou. Segundo ele, isso causa uma disfunção ou endurecimento pulmonar, o que pode diminuir a capacidade respiratória.
"Quando [o paciente] tem essas cicatrizes em grande quantidade, essa capacidade de encher e esvaziar os pulmões é diminuída e impede a respiração normal do paciente", esclareceu, destacando que é necessário fazer acompanhamento do pulmão mesmo após a recuperação da Covid-19.
"Entre a recuperação total e a pessoa ficar com o pulmão permitindo todas as atividades, o outro lado também é verdadeiro em relação a essas sequelas. A evolução do caso é que vai dizer. Temos que apostar que a medicina e a ciência ajudem no jeito positivo", concluiu.
É isso pessoal, se cuidem! Alguns já dizem que estamos vivendo uma terceira onda aqui no país, eu já penso que nunca saímos da primeira. Aqui em SC muitos hospitais nem estão recebendo mais pacientes com covid.